SUAS PRIMEIRAS palavrinhas. Clarinha-saudade.
Eu já ouvi em alguns lugares, que a maior a invenção do homem foi: o telefone. Pode até ser verdade, mas, contrariando esta anedota, digo e afirmo que a mais fantástica inovação humana, certamente foi o dom da fala. Porquê?
Ainda não sou capaz de responder isto, nem pela via dos estudos da linguística ou dos fastidiosos estudos da arqueologia, irei me reportar a "novissíma" novidade (redundância casual) da fala da crianças. As primeiras palavras aprendidas por uma criança, são de uma maestria indescritiviel, tanto pelo fato do aprendizado que "acabou de acontecer", "ali", "naquele instante", como pela capacidade emocionar um padrinho abestado, que ora está longe por causa do trabalho.
Digo, isso, pois, não quero debandar-me aqui por vias de estudos, irei citar as frases e versos que possam expressar a tristeza e alegria que senti, no dia em que você, MARIA CLARA, pra mim, somente CLARINHA, me disse as primeiras palavras, e eu? Aqui do outro lado. Entre o desespero de não poder estar ai e alegria de ouvir palavras tão infantis, vindas de sua boca. (Fiquei pensando, será que tem dentes).
Lembre-me quando você nasceu, do texto que fiz quando você, das vezes em fico pensando em você, quando estou longe, das promessas que fiz de ficar ao seu lado e que não cumpri e principalmente de minhas ausências tão necessárias. Não quero justificar meu erro, mas sinto muito em não poder estar ao seu lado quando quero ou nos momentos em que você mais precisa de mim.
Clarinha, agora que você está lendo isto, sinto que posso não estar mais ao seu lado... Mas estarei sempre que você pensar em mim e a ajudarei naquilo que precisares. Você me ensinou a palavra saudade, certamente, aprendida pelo método da repetição materna, que vale a pena viver e que vale mais ainda amar.
Além de minha afilhada, você é minha prima e além disso é minha flor clarinha. Você ilumina o caminho de nossa família, assim de um jeito moreno-claro, jeito jambo de se viver a vida.
Clarinha, neste dia 20 de janeiro de 2012, às 10h20, recebi uma ligação sua e essa mudou minha vida.
Ainda não sou capaz de responder isto, nem pela via dos estudos da linguística ou dos fastidiosos estudos da arqueologia, irei me reportar a "novissíma" novidade (redundância casual) da fala da crianças. As primeiras palavras aprendidas por uma criança, são de uma maestria indescritiviel, tanto pelo fato do aprendizado que "acabou de acontecer", "ali", "naquele instante", como pela capacidade emocionar um padrinho abestado, que ora está longe por causa do trabalho.
Digo, isso, pois, não quero debandar-me aqui por vias de estudos, irei citar as frases e versos que possam expressar a tristeza e alegria que senti, no dia em que você, MARIA CLARA, pra mim, somente CLARINHA, me disse as primeiras palavras, e eu? Aqui do outro lado. Entre o desespero de não poder estar ai e alegria de ouvir palavras tão infantis, vindas de sua boca. (Fiquei pensando, será que tem dentes).
Lembre-me quando você nasceu, do texto que fiz quando você, das vezes em fico pensando em você, quando estou longe, das promessas que fiz de ficar ao seu lado e que não cumpri e principalmente de minhas ausências tão necessárias. Não quero justificar meu erro, mas sinto muito em não poder estar ao seu lado quando quero ou nos momentos em que você mais precisa de mim.
Clarinha, agora que você está lendo isto, sinto que posso não estar mais ao seu lado... Mas estarei sempre que você pensar em mim e a ajudarei naquilo que precisares. Você me ensinou a palavra saudade, certamente, aprendida pelo método da repetição materna, que vale a pena viver e que vale mais ainda amar.
Além de minha afilhada, você é minha prima e além disso é minha flor clarinha. Você ilumina o caminho de nossa família, assim de um jeito moreno-claro, jeito jambo de se viver a vida.
Clarinha, neste dia 20 de janeiro de 2012, às 10h20, recebi uma ligação sua e essa mudou minha vida.
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