O crime do Pudim de Giselen.
Um velho provérbio diz que "existem mais coisas entre o céu e a terra, do que pode pensar a sua vã filosofia pensar". Sei que o provérbio deve ser outro, mas que surpresa maior, há na conjugação de duas palavras que complementam tão devastadoramente o sentido de minha vida: Giselen e ele. Talvez para os mais atentos, já saibam que Giselen é a mulher de minha humilde vida, proprietária de um peso de carne, chamado coração, todavia, quem é ele? Ele quem? Existe um outro? E Giselen sabe disso?
Dormir e acordar com Giselen, é uma das coisas mais interessantes possíveis, cheiros sempre diferentes, gostos sempre carregados de sentidos inesperados e, ás vezes, suas lágrimas de tristezas, me cortam por de maiss, eu sempre envelheço um pouco mais. E ele? Ele sabe de Giselen? Cale-se!
Mas tem algo que me enlouquece de tal forma, que as vezes tenho vontade de ir embora de casa e ficar sozinho. EU e ELE, lá onde Giselen, não pode estar. Lá onde somente eu e ELE, somos somente predador e caça. Saí de casa e deixei Giselen, dormindo, enquanto isso, ele dormia ali bem pertinho... Sei que ele as vez me faz mal, mas os ciúmes de Giselen dele comigo, eu nem os ouço. Ouço e sinto seu cheiro. As vezes até esqueço que sou apaixonado por Giselen... Esqueço de tudo.. Tudo mesmo...
Giselen, entrou e abriu a porta. Me pegou em flagrante. Eu e ele. Eu na boca doce dele. Ele na minha boca.
Fomos conduzido para a Delegacia de Polícia de um país qualquer, eu, Giselen (mulher de minha vida) e Ele, o pudim que Giselen fez... Nosso crime ? Que crime?
E há crime em adorar GISELEN, meu pudim delicioso?
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