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A polonesa dos trópicos

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Olho.Azul.Olho.Azul? Olho o azul ou é o azul que me olha e me transpassa? Ou são as velas que atravessam perigosamente a quebra do mar azul? Azul! Azul! Um pedaço de barulho cai em noite polonesa. Lá na Polônia é muito frio. É frio a noite. É frio a tarde. É frio quando não estou na Polônia. Nunca pensei sobre o frio, porque o calor da Polônia é tão intenso que chega a assustar até a própria noite. Não deixa dormir nem a polonesa e nem um país inteiro dos poloneses, porque sendo insistente e lancinante como o frio dos trópicos, acaba os deixando com a garganta inflamada. A polonesa acordou com a garganta inflamada. A polonesa e a Polônia são agora coisas tão azuis quanto diferentes. Quantas diferenças entre o olho azul e o olhar azul. O olho azul. Apenas o olho que pode ser tudo e o eterno de tudo. O olhar azul é o olho que tudo vê, mas só enxerga o que está escuro. No escuro do meu quarto eu penso que a Polônia inteira, um país inteiro dorme ao meu lado. Dorme e acorda na terra das á...

Bravhlu.

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Para início de conversa, esclareço que estes dias passei por uma situação bastante complicada em minha vida normal, situação esta que não irei entrar em detalhes aqui, pois pretendo esquecê-la o mais rápido possível. Então escolhi assim, que seria melhor "deixar que os mortos enterrem seus mortos". É melhor. É melhor. É melhor. Egoísticamente eu sempre achei, desconfio que igualmente a "quase" totalidade dos seres que pensam a sua própria existência, que sempre teria razão sobre a maioria dos assuntos, afinal, nos poucos livros que li nessas quase duas décadas de vida, sempre achei questionamentos e respostas sobre "quase" tudo, dos mais variados assuntos, que vão desde sexo até religião. Sim, até aqui tudo bem. A questão não é tanto esta. Ela ainda virá à tona. E quando algum fato, nada extraordinário, até muito simples posso dizer, acontece com você que te deixa tão sem... Respostas imediatas? Pois é. Isso aconteceu comigo. Menti pra você, na primei...

História Prostituída: A mulher que é senhorita da vida.

"Óh história ou Ó História grande, "mais de grande" o que tu és realmente?". És uma disciplina? Ou és apenas mais um curso de licenciatura plena? É pode ser muita coisa, e aquém do relativismo, pode ser tudo e nada. Acho que está mais para um niilismo sem graça. Então, pode ser isso para mais ou um pouco menos... Deixemos isto, como diria o filósofo Bachelard, para os nossos "devaneios infantis" de outras épocas. Contarei uma estória simples. Simples como deveria ser a vida, mas infelizmente, do tamanho da cidade em que ora habito, todo sonho vira vida, e vida vira poeira com saudade. Saudade que se vai com o barulho dos caminhões pesados e barulhentos, que se se vão, que se vão... Acho que se vão? Se vão? Vão na direção de minha cidade imaginária portovelhina, como meu amigo Eduardo Joreu, bem demonstrou em seu texto fanstasticamente portovelhino. Aqui os carros de água, passam defronte a minha casa e eu durmo. Acordo, levanto e vou dormir acordado. Se pa...

O QUE AS FOTINHAS DE ORKUT DIZEM QUE EU NÃO COSTUMO ESCUTAR: A METÁFORA DA PERCEPÇÃO VISUAL

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Rubem Alves, além ser um extraordinário fazedor de palavras pululantes e semeador de sonhos, é também um filósofo das simplicidades da vida. E é neste sentido, que pensei estes dias atrás, que há simplicidades tão tremendamente interessantes que não podem ser contadas em breves palavras. Sim. Agora iremos partir para uma questão fulcral de nossa discussão: O que esta foto ao lado tem a ver com este texto? Lhe digo que tudo. Mas tudo messsmo!! Como nos diz o grande professor de redação e gramática Eliézer Wanderlei em suas aulas. Vamos agora partir para a análise desta foto. Estou com muito sono, e isto é muito. Estou incapacitado de continuar, não que a ideia fugiu de minha cabeça, mas sim que meu sistema nervoso central está comprometido... Calma, eu não ingeri bebida alcoolica, mas apenas estou com sono. Então prometo a você leitor a todo pronto, que amanhã farei a análise desta foto aqui ao lado, mas antes disso vou aproveitar a "deixa" para que você veja foto primeiro e t...

O MAIS DIFICIL DE TUDO É DAR UM TÍTULO NO FINAL: SOBRE O ATO DE LER

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Em tempos pretéritos fui acusado de ser um plagiador dos textos que venho publicando neste espaço mais confessional, do que literário. Então a partir desta data irei inaugurar uma fase um tanto diferente, que não sei se dará certo, de minha vida. Mas vou tentar. Irei tecer comentários sobre matérias de jornais impressos, jornais da web, anedotas de outros blogespaços, e, principalmente, dos livros que estou lendo. Neste ponto, sobre os livros que ando lendo, é necessário, que eu esclareça uma coisa importante: Para que você leitor assíduo não fique assustado, só irei citar os escritores mais importantes, talvez coloque um vídeo, um link sobre a biografia dele ou dela, em síntese, iremos entrar pelo caminho da crítica literária, claro se isto for possível. E para começar, irei citar um trecho de minha leitura atual, quer dizer, eu já li outros textos de RUBEM FONSECA, mas este aqui é meu preferido. Ele faz parte de um livro muito interessante, que se chama "DIÁRIO DE UM FESCENINO...

MAIS UM DIA DOS NAMORADOS, SEM NAMORADA: O VELHO FALA SOBRE AMOR.

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Você já pensou que assim como há o dia das mães, dos pais, do amigo, do professor, do aluno, há também um dia dedicado ao Outro (a) que te ama, àquele (a) que te completa na sua essência humanitária mais primitiva, àquele que satisfaz os teus "desejos mais sacanas"? (plágio do trecho da música do Engenheiros do Havaí). É verdade, estamos próximos do dia 12 de junho, o dia dedicado aos namorados. E você já sabe o que vai ganhar de presente? Não? Sim? Preste bem atenção nisto, já que estamos falando: Daquele (a) que te ouve sempre que você está chateado com alguma coisa, ou como bem nos retumba Rogério Marques, "emputecido(a)", com a "mijada" que você levou do (a) chefe hoje? Em síntese, aquela outra parte do seu coração (ou será o cérebro?) repousa em uma espécie de silêncio quase sepulcral, na gravidade da poesia que escorre por entre os devaneios de sua imaginação daquele (a) que ama, mas que ao acordar será sentida pela voz que ecoará pelos cabos de fibr...

NOTAS SOBRE A CRÍTICA.

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Antes de mais nada, quero agradecer os bons préstimos e críticas que recebi de meus poucos, porém fiéis, leitores deste humilde blog, com relação ao texto sobre como não passar em concursos públicos. Já era de bom tempo que aquele texto vislumbrava na ponta de meus dedos e finalmente chegou o momento de sua maiêutica literária. Neste sentido, cabe salientar aqui que estou sendo publicamente acusado por um certo "alguém" da prática criminosa de plágio, algo que me parece fere inclusive a lei de direitos autorais em nossa solitária ilha braziliana. Plágio? Dá pra entender um negócios destes?! Sim, explicarei melhor agora o acontecido. Querido leitor-amigo, estou sendo acusado por um certo meliante desconhecido de estar copiando (CTRL + C) e colando (CTRL + V) neste blog os textos que você, "VOCÊ" mesmo, tem a fastidiosa e ousadia de ler sempre que solicitado por mim ou por meus críticos. É impressionante mesmo. Ficou indignado? Imagine eu, que costumo diariamente escr...